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Quero comprar uma empresa, o que faço?

5 de ago. de 2012
Oséias Pereira


Algumas pessoas querem comprar um empresa em funcionamento, mas não sabem qual o valor justo a ser pago.  Geralmente, escutam as seguintes frases para justificar o preço: “ o valor do ponto comercial é…”,  “vendo com tudo….”, “vendo de porteira fechada…”, “você está comprando uma empresa que tem um faturamento de R$…..” e outras expressões e frases que vão diversificar de acordo as expressões regionais.
Quando emitem o preço que supostamente vale a empresa, você precisa saber o que se estar comprando, tais como:
  • o imóvel;
  • o direito de realizar uma atividade comercial naquele local;
  • a marca;
  • os equipamentos, móveis, estoque e o direito de comercializar no local que a empresa já funcionava; e
  • outros itens relacionados a empresa.
Neste artigo, vamos comentar sobre  a valorização de uma pequena empresa que já está em funcionamento e se pretende vender ou comprar.
Para isso, faz-se  necessário, inicialmente:
1. Listar todos os móveis, equipamentos e utensílios . Após esse levantamento, pesquisar o valor justo que alguém compraria.
2. Fazer o levantamento da situação financeira da empresa:
  • faturamento;
  • imposto;
  • comissão de venda;
  • custo da mercadoria vendida;
  • custo fixo;
  • pagamento de empréstimos;
  • pagamento de dívidas, etc.
3. Rever o cenário em que se encontra a empresa:
  • desenvolvimento econômico do local;
  • entrada e saída de concorrentes na localidade;
  • grau de rivalidade entre a concorrência;
  • tendência de mercado do segmento em que a empresa está inserida;
  • crescimento ou decréscimo do faturamento da empresa;
  • aumento ou redução da quantidade de clientes; e
  • outras questões que estejam relacionadas com a empresa.
4. Listar a carteira de cliente:
  • Quantos clientes existem cadastrados na empresa?
  • Quantos clientes deixaram de comprar na empresa?
  • Quantos clientes continuam comprando na empresa?
5. Levantar os indicadores econômicos
  • Qual o PIB do Brasil, do estado e da cidade?
  • Qual a tendência de crescimento ou decréscimo do PIB?
  • Qual o grau de endividamento da população?
  • Qual o grau de investimo sendo realizado na localidade?
  • Quais as taxas e juros estipuladas para aplicações financeiras?
Existe outras informações além das indicadas acima, mas essas são as básicas para ponderar a valorização da empresa.
A partir desses levantamentos, elabore  a projeção financeira  em um fluxo de caixa e calcule o valor presente líquido da seguinte forma:
=  Faturamento
-     Imposto
-     Comissão de venda
-     Custo da mercdoria vendida
=  Receita Bruta
 ou margem de contribuição
-     Custos fixos (aluguel + funcionários + encargos + material de expediente+ material de limpeza + manutenção predial + depreciação do imobilizado + assinaturas de revistas + transporte + vale transporte + segurança + pró-labore + provedor + telefone fixo e móvel + segurança + publicidade + água + energia elétrica, etc)
= Lucro
Faça essa conta mês a mês ou ano a ano em uma planilha eletrônica (excel) e utilize a função financeira chamada  valor presente líquido (VPL). Para o cálculo, é necessário indicar a taxa mensal ou anual, de acordo com o período indicado acima. A taxa a ser indicada deve ser coerente com o  as informações levantadas do item 5. Não esqueça que essa projeção financeira precisa ser resultado de todas as informações indicadas nos itens 1 a 5.
Enfim, você poderá considerar o valor da empresa  como a soma do valor a ser pago dos produtos, móveis, equipamentos e utensillios valorados  e o resultado do valor presente liquido da projeção calculada.
Boa sorte e fique a vontade para comentar e tirar dúvidas!

Fonte: http://casosecausos.com/2011/10/10/685/ 

Muitos pais, às vezes, passam um tempo para escolher o nome do filho e/ou da filha que está para nascer. Conversam sobre os nomes que acham bonito e seus significados, nomes representativos da história familiar ou de alguma personalidade que impactou suas histórias de vidas – mas sempre um nome que represente um sentido importante.
É dessa forma que devemos pensar o nome da empresa, mas nossa conversa deverá percorrer os seguintes aspectos:
  • Perfil do público-alvo: idade, classe social, estilo de vida, aspectos culturais,etc.
  • Serviços ou produtos que serão oferecidos pela empresa.
  • Valores e princípios presentes na vida profissional dos sócios.
  • Quais as necessidades que serão atendidas, quando os clientes usufruem dos seus produtos e serviços.
  • Quais os resultados gerados do usufruto dos produtos e serviços.
  • Quais os atributos explícitos e implícitos aos produtos e/ou serviço que serão oferecidos: experiência, tradição, inovação, rapidez, modernidade, customização etc.
O nome fantasia da sua empresa e as mensagens desenvolvidas para socializar a empresa junto ao público-alvo terá que contemplar e expressar esses aspectos.
Outros pontos relevantes para escolha são:
  • Evitar nomes que: 
    •  fomentem duplo sentido;
    •  grem dúvida quanto a pronúncia
    • de difícil leitura
  • O ideal seria que a palavra ou palavras venham compor o nome da empresa, expressando o que o empreendimento irá comercializar ou prestar serviço.
Se você possui muitas dúvidas sobre que nome escolher, leia tudo isso novamente, pegue uma folha de papel em branco e escreva todos os nomes que venham à sua cabeça. Nomes que venham expressar sua vontade de atender a necessidade de seus potenciais clientes – agora, sem julgamento ou crítica!
Depois de fazer essa lista, reveja e retire os nomes já existentes no mercado e enumere aqueles que você mais gostou e que, em poucas palavras, falam mais sobre a sua empresa.
A segunda lista criada com essa análise, é importante você pesquisar no INPI (http:www.inpi.gov.br), para checar se já existe registro de marca com os potenciais nomes escolhidos.
A partir disso, também defina e proteja sua marca com o registro no INPI.
Sucesso!
E que a sua marca tenha impacto para os seus clientes.

Fonte: http://casosecausos.com/2010/05/12/saiba-escolher-o-nome-de-fantasia-da-sua-empresa/  

Atrasos em obras

Oséias Pereira

Atrasos em obras
Fonte: Revista Construção Mercado

Saiba como gerir os danos à imagem e custos adicionais quando o atraso é inevitável
Obras atrasadas provocam perdas que se agravam a cada mês de extensão no cronograma. Quando os desajustes no prazo começam a dar os primeiros sinais, recomenda-se a formação de uma força tarefa com profissionais qualificados para diagnosticar a origem do problema. Identificadas as causas, a equipe deve montar um plano de ação emergencial que entre no detalhe da programação da obra, semana a semana.

O replanejamento dos serviços deve ser feito a partir de novos parâmetros de produtividade, levando em conta a capacidade de fornecimento do mercado. Uma alternativa é abrir novas frentes de trabalho para executar simultaneamente serviços que não dependam um do outro. No entanto, a medida implica aumento de custos e exige mais mão de obra em um mercado onde esse recurso já é escasso.



Outra medida de contenção é antecipar as contratações com fornecedores e manter um controle mais rígido sobre todas as etapas construtivas, evitando assim que os atrasos se proliferem. Quando a obra está atrasada, ocorre o pagamento de hora extra, e a empresa acaba assumindo custos maiores para conseguir um insumo mais rápido e tendo mais ônus para reduzir o atraso.

Se na área financeira há pouco o que fazer, no relacionamento com o consumidor alguns cuidados podem até afastar eventuais litígios, evitando perdas ainda maiores com indenizações aos clientes. O  fator que mais agrava a insatisfação do consumidor não é apenas o atraso, mas, principalmente, o descaso das empresas na comunicação com os clientes. Se a sua empresa não prevê nos contratos o pagamento de multa aos compradores em caso de atraso, é recomendável que se ofereça também alguma compensação aos clientes.

Essas sugestões estão presentes em matéria divulgada pela Revista - Construção Mercado. Para saber mais sobre o assunto, acesse o texto na íntegra:

- A obra atrasou, e agora?

Fonte: Sebrae

Casa em módulos
Fonte: Exame

Construção civil inova ao produzir casas modulares. Popular na Europa, inovação já chegou ao Brasil

Muito popular em países da Europa, especialmente em Portugal, as casas modulares estão ganhando cada vez mais o mercado na construção civil. Pela praticidade da produção, uma casa modular pode ficar pronta em até 3 meses, dependendo da construtora e do valor investido.

Apesar de ser considerada uma opção razoavelmente barata, ao decidir por essa opção o cliente deve levar em consideração gastos como terraplanagem e fundações, o que pode aumentar bastante o orçamento da casa. No entanto, o processo produtivo tem menos erros e desperdícios por ser mais normalizado.

No Brasil, tem opções de casas que saem de fábrica com as paredes prontas e pré-pintadas, e ao chegar no local é só montar. A inovação pode ser a solução para famílias de baixa renda, podendo ter seu custo final a R$35 mil. Esse tipo de casa protótipo pode ser financiado por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida. Atualmente existem no mercado soluções de concreto e de PVC. A solução está sendo exportada para a Angola, país com altos índices de déficit habitacional.

Saiba mais sobre essas inovações assistindo a matéria produzida pela revista Exame e acessando matéria do site Engenharia e Construção.

Fonte: Sebrae

o lançar um produto no mercado, a empresa deve saber com clareza quem será o consumidor final

Ao lançar um produto no mercado, a empresa deve saber quem será o consumidor ou público-alvo. Isso é essencial porque os produtos existem, em primeiro lugar, para satisfazer a uma necessidade dos clientes.

Realizar uma pesquisa do público-alvo é uma etapa que não deve ser esquecida, pois poderá fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de um novo produto ou até da empresa como um todo.

Recomendações

Uma boa pesquisa junto aos consumidores já existentes ou futuros indicará como um produto será recebido, quem se interessará por ele e, até, que preço o consumidor estará disposto a pagar.

Informará, ainda, quais as vantagens que os produtos concorrentes oferecem e seus pontos fracos. Poderá, inclusive, mostrar como o público reagirá ao nome do produto, à sua embalagem, design, sabor, etc.

A recomendação é fazer uso do cadastro de clientes para entendê-los melhor. Esse cadastro deve conter nome, endereço, sexo, profissão, faixa etária e, principalmente, o que compram, por que compram e com qual frequência.

Para que a pesquisa seja eficaz, deve passar pelos seguintes passos:

1º passo - Estabelecer claramente qual o produto que se pretende lançar, definindo as características básicas, como tamanho, qualidade, forma, etc.


2º passo - Buscar desenvolver um protótipo do produto, utilizando profissionais de design de embalagens.


3º passo – Classificar os possíveis futuros consumidores e suas possíveis características, tais como idade, sexo e poder aquisitivo, entre outras.


4º passo - Desenvolver um roteiro básico de perguntas a serem levantadas junto aos entrevistados. Essas perguntas devem seguir algumas regras:

- Ser simples, diretas e imparciais;

- Testar as perguntas internamente antes de serem aplicadas junto aos consumidores;

- Não devem criar dificuldades de entendimento junto aos entrevistados;

- Devem conter todos os aspectos que se deseja detectar (como aceitação do produto, se a necessidade do consumidor será atendida, o quanto imaginam que vão consumir e opiniões gerais sobre o produto).


5º passo - Após a aplicação do questionário a um número representativo de clientes, deverão ser feitas as tabulações. Por meio delas, se estabelecerá a tendência de aceitação do novo produto. 

Análise do lançamento

Alguns cuidados devem ser tomados na análise do lançamento de novos produtos:

- Não buscar a opinião de pessoas envolvidas, tanto profissionalmente como familiares, pois eles não possuem o distanciamento necessário para uma análise imparcial;

- Evitar analisar com parcialidade os dados levantados na pesquisa. 

Lembre-se: existem profissionais especializados em pesquisa de lançamento de produtos no mercado, bem como empresas de design de novos produtos. Utilize-os, pois eles podem auxiliar no sucesso dos produtos.
Fonte Sebrae

 aluguel de ternos casamento
Apresentação do Negócio
Aviso: Antes de conhecer este negócio, vale ressaltar que os tópicos a seguir não fazem parte de um Plano de Negócio e sim do perfil do ambiente no qual o empreendedor irá vislumbrar uma oportunidade de negócio como a descrita a seguir. O objetivo de todos os tópicos a seguir é desmistificar e dar uma visão geral de como um negócio se posiciona no mercado. Quais as variáveis que mais afetam este tipo de negócio? Como se comportam essas variáveis de mercado? Como levantar as informações necessárias para se tomar a iniciativa de empreender?
A moda é uma expressão cultural e roupa é distinção. A roupa destaca, inclui e exclui dentro de um grupo e sociedade. Moda é o comportamento provocado pela identificação em massa.
De acordo com o Wikipedia, a moda é a tendência de consumo da atualidade. É uma forma passageira e facilmente mutável de se comportar e sobretudo de se vestir ou pentear. A moda é um fenômeno sociocultural que expressa os valores da sociedade - usos, hábitos e costumes - em um determinado momento.
As roupas do segmento de alta-costura ou de prêt-à-porter de luxo têm como função vestir de forma apropriada em determinadas ocasiões, passando uma imagem e demonstrando conhecimento da moda. Essas roupas são feitas sob medida para ocasiões especiais como casamentos, bailes de formatura, cerimoniais, recepções e outros eventos em se seja solicitado um traje a rigor, agregado um valor de luxo e elegância na forma de vestir.
No início da década de 60, Pierre Cardin deu início a popularização da alta-costura ao vender suas roupas em uma loja de departamentos em Paris. A iniciativa do estilista trouxe a moda para as ruas, antecipando as mudanças e os comportamentos sociais.
O segmento de roupas de gala, atualmente, é alimentado pela demanda produzida em torno da chamada indústria das festas de casamento e de formatura, que tratam estas cerimônias como verdadeiros eventos.
O espetáculo da cerimônia tornou-se muito mais do que a celebração. Representa a concretização de um sonho, embalado pela perspectiva de obtenção da felicidade plena, no caso do casamento, e do reconhecimento social e profissional, no caso das formaturas. Nestas cerimônias, a roupa cumpre um importante papel na construção da imagem dos participantes.
No entanto, a roupa, embora seja um dos elementos mais importantes, compartilha com um conjunto de itens necessários para a produção do evento o orçamento disponível. Assim, frente a necessidade de compatibilização de um orçamento muitas vezes limitado, já que os consumidores são geralmente jovens casais em início de vida profissional e jovens que ainda não ingressaram no mercado de trabalho, surgem as oportunidades para empresas de aluguel de trajes para casamentos e festas, que podem oferecer o tão sonhado vestido ou traje a preços mais acessíveis. Opções de vestidos de primeiro aluguel, sob encomenda, para serem devolvidos à loja também atraem as noivas e formandas, sem perder o charme da cerimônia perfeita.
O negócio de aluguel de trajes prospera a olhos vistos, ancorado no crescimento na indústria das festas de casamento e de formatura e na praticidade da vida moderna, que estimula o aluguel temporário de vestidos e trajes com qualidade, a um custo bem inferior. Desta forma, a economia gerada pelo aluguel pode ser aplicada em outros itens da extensa lista de fornecedores das cerimônias.
Os serviços de aluguel de vestidos podem ser expandidos para a locação de trajes de noivos, padrinhos, madrinhas, pajens e damas de honra. Da mesma forma, a loja pode oferecer trajes para festas em geral, tais como festas de debutantes, premiações, jantares e eventos de gala. O processo operacional do aluguel não difere muito. Esta expansão também ajuda a neutralizar os efeitos da sazonalidade das cerimônias de casamento e formaturas.
 
Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaboração deste plano consulte o SEBRAE mais próximo 
Fonte: Sebrae


Fonte: SEBRAE/SP
Autor: SEBRAE-SP

Essa publicação faz parte do Amigo da Pequena Empresa, um projeto do Sebrae-SP em parceria com a Casa do Contabilista de Ribeirão Preto. A presente publicação traz um exemplo de como a atuação em parceria pode, de forma criativa, apoiar os empreendedores a nascer e crescer fortes.

Publicação: 2008/04/08
Idioma: Portugues
Formato: PDF
Tamanho: 2420684

Clique aqui: As 40 Perguntas mais freqüentes dos empresários 
Casos de sucessos.